História da Atlântida – parte III


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 Atlântida


A Atlântida no mundo - ano 1000 dFA

 

Do ano 500 a 1500 dFA (depois da Fundação de Atlântida)

Por volta de 800, Rudra, rei de Agartha, conseguiu organizar seus turbulentos guerreiros no exército mais disciplinado e eficiente que seu mundo jamais vira. Esse exército foi lançado contra os helcarianos e, numa série de impressionantes vitórias, arrebatou-lhes a maior parte de seus domínios, incluindo a cidade sagrada de Shamballa, na qual Rudra se proclamou Imperador do Mundo. Foi morto, porém, ao tentar invadir e conquistar o Império Acadiano, então em seu apogeu.

Reinava então em Babel o Imperador Osíris, que (ao menos teoricamente) havia conquistado aos lemurianos toda a Etiópia e boa parte do Continente Ocidental, também chamado de Amerríqua. Seu império, porém, havia deixado de ser apenas uma coleção de domínios e colônias de Babel. Atlântis já era então uma cidade de grande riqueza e poder político, cujo vice-rei desfrutava de grande autonomia. Os fossos defensivos e o grande canal já haviam sido construídos e a cidade já se estendia para muito além da colina onde surgira.

Não só para se proteger de futuras incursões agarthianas, mas também para melhor controlar a metade ocidental do Império, cada vez mais próspera e influente e ficar mais próximo do comando da frota, cada vez mais vital, Osíris mudou a capital administrativa para Mênfis, na região de Khem, cidade mais defensável que a vulnerável Babel e com acesso mais fácil ao mar e ao Ocidente.